missão de extensão da plataforma continental
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Seguro elogia missão da plataforma continental como símbolo de soberania moderna e visão estratégica

António José Seguro afirmou esta semana que a missão de extensão da plataforma continental portuguesa representa “um dos projetos mais relevantes da afirmação moderna da soberania nacional”. Acompanhando de perto o trabalho da equipa envolvida nesta missão, o candidato presidencial destacou a importância geopolítica, científica e ambiental deste esforço, que projeta Portugal para o centro do debate global sobre o futuro do planeta.

A soberania, hoje, constrói-se com conhecimento, diplomacia, investimento de longo prazo — e com coragem para pensar além do imediato”, sublinhou Seguro.

Soberania no século XXI: mais do que território

Para António José Seguro, a soberania no século XXI não se define apenas por fronteiras terrestres, mas pela capacidade real de um Estado exercer autoridade legítima sobre os seus recursos, proteger o seu território em todas as dimensões — em terra e no mar — e planear o futuro com visão estratégica.

A missão de extensão da plataforma continental, que poderá aumentar significativamente os direitos de Portugal sobre o fundo do oceano Atlântico, é vista por Seguro como um exemplo concreto dessa soberania inteligente e moderna, que conjuga:

  • Autonomia territorial, ao expandir os limites dos direitos soberanos portugueses sobre o mar profundo;
  • Autonomia energética, ao garantir acesso a recursos críticos para a transição climática;
  • Autonomia ambiental, ao reforçar o compromisso de proteger ecossistemas marinhos únicos;
  • Autonomia científica, ao colocar Portugal na vanguarda do conhecimento dos oceanos;
  • Autonomia política, ao afirmar o país no contexto internacional como uma voz relevante e capaz.

“Este projeto mostra que Portugal não é periférico — é central. Central no Atlântico, na Europa e no diálogo global sobre o futuro comum.”

Uma estrutura que deve ser permanente

Seguro deixou ainda um apelo claro: a estrutura responsável por esta missão deve ser permanente, e não precária. Sublinhou a importância de preparar o país para a fase seguinte à desejada aprovação das pretensões portuguesas pela ONU, garantindo continuidade, conhecimento acumulado e capacidade de ação estratégica a longo prazo.

“Este projeto é estruturante do nosso desenvolvimento e deve mobilizar todo o país. Sinto um enorme orgulho em ser português.”

Com palavras firmes e entusiasmadas, António José Seguro reafirma uma visão de Portugal ambiciosa, informada e global, onde a soberania se constrói com ciência, visão e compromisso. Uma liderança preparada para os grandes desafios do nosso tempo — e para posicionar o país como protagonista do seu futuro.

09 de Julho, 2025